Oe, o copiador
É fim de tarde do dia 01 de maio de 2021, um sábado, e chove muito em minha cidade natal, os canais transbordam com a cheia das marés, os pássaros começam a cantar na chácara vizinha, estão anunciando a noite que se avizinha. Logo um novo dia chegará. Novos dias, velhas notícias. Os palacianos seguem se alimentando dos cadáveres da peste. É difícil manter a motivação, é difícil escrever. Esbocei recentemente um texto acerca dos campos de concentração e dos extermínios perpetrados pelas metrópoles europeias na África colonial. Diferentes genocídios convergem, embaciam e contraem minha cabeça. Desolador. Em busca de conso...